Como melhorar o tratamento da doença de Parkinson

Como melhorar o tratamento da doença de parkinson

Após o diagnóstico de Doença de Parkinson, entender a doença e o tratamento é primeiro passo. 
Para um melhor tratamento da doença de Parkinson, há diversas medicações que são eficazes e que devem ser utilizadas da melhor maneira. 
Assim, listamos algumas atividades e orientações para o melhor tratamento da doença de Parkinson:

Usar os remédios da Doença de Parkinson corretamente!

Pode parecer simples, mas não é! Muitos medicamentos devem ser usados várias vezes ao dia, em horários específicos. Alguns podem ter efeitos colaterais inicialmente. Mas lembre-se: os remédios não são os vilões!

Os remédios devem ser vistos como uma ferramenta, que podem ser úteis se usadas adequadamente.

Agora, vamos a algumas dicas e orientações acerca dos medicamentos:

Como usar adequadamente os remédios no Tratamento da Doença de Parkinson

A levodopa (prolopa®, parkidopa®, ekson®) na doença de Parkinson

A levodopa deve ser tomada em jejum na primeira dose. Nas doses subsequentes, durante o dia, devem ser tomadas longe das refeições. Se for almoço ou jantar, recomenda-se que seja tomada 1 hora antes ou 2 horas após essas refeições. 

Tratamento da Doença de Parkinson

Tratamento da Doença de Parkinson

Entacapona (contam®, entarkin®) na doença de Parkinson
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Pramipexol (sifrol®, stabil®, quera®) na doença de Parkinson

O Pramipexol deve ser tomado 3 vezes ao dia. Não há impedimento para tomar próximo a alimentos, igual à Levodopa, mas muitas vezes, para facilitar, recomendamos usar junto à levodopa ou a outros medicamentos. 

Existem formulações de tomada única diária (Quera LP®, Sifrol ER®, Pisa®). Essas formulações podem ser tomadas uma vez ao dia (pela noite ou pela manhã). Como muitas vezes este medicamento pode dar um pouco de sono, é comum ser recomendado usar a noite, mas existem pessoas que não tem este efeito associado e podem tomar durante o dia sem problemas.

Os principais efeitos colaterais do Pramipexol são: náuseas, tontura, sonolência,edema nos membros inferiores (inchaço), dentre outros. 
Em doses maiores, em algumas pessoas, pode haver descontrole de alguns impulsos. Pode haver uma propensão para compulsão por compras, jogos ou compulsão sexual, ou alucinações. Estes efeitos não são comuns e dependem de vários fatores, como a dose do medicamento. Mas o medicamento não deve ser deixado de tomar por conta do receio destes efeitos colaterais! Lembrando: são efeitos possíveis, mas não prováveis. Acontecem em menos de 1% dos pacientes!)

 
Probióticos e suplementos na doença de Parkinson
Suplementos e probióticos podem ser utilizados da Doença de Parkinson, mas em geral não indicados de rotina.
O uso de suplementos na Doença de Parkinson deve ser avaliado de acordo com a idade, a alimentação, a prática de atividade física, dentre outros fatores.
Assim, um acompanhamento nutricional, com nutricionista, pode ser muito útil na doença de Parkinson.
Melhor medicamento para parkinson
Existem alguns medicamentos para Doença de Parkinson que devem ser  evitados ao máximo. 

Não devem ser utilizados:

Medicamentos para enjoo: Bromoprida (DIgesan®), Metoclopramida (Plasil®)

Medicamentos para comportamento: Risperidona, Olanzapina, Haloperidol, Neozine ®

Medicamentos para tontura: Cinarizina, FLunarizina (Vertix®, Vertizine®)

Dentre outros!

Tratamento da Doença de Parkinson

Existem vários medicamentos para Doença de Parkinson. O medicamento central do tratamento é a Levodopa, que se encontra disponível através de nomes comerciais como Prolopa, Carbidopa, Ekson, dentre outros. Este medicamento tem a função de repor a dopamina que está deixando de ser produzida nos neurônios.

Melhor tratamento de parkinson

Como a Levodopa não dura muito tempo no corpo, sempre tem que ser tomada várias vezes ao dia (em média 3 a 5 vezes por dia), em doses a serem ajustadas pelo médico e adequada de acordo com o estágio da doença. A absorção da Levodopa também pode ser alterada pela alimentação, por isso os medicamentos para a Doença de Parkinson tem que ser tomados em jejum e afastados das refeições.

Existem diversos outros medicamentos, que geralmente são utilizados associados, de forma conjunta à Levodopa, todos com objetivo de elevar a dopamina circulante no corpo. Cada medicamento pode ter efeitos adversos também, assim o seguimento com o médico especialista é fundamental para poder diferenciar se determinado sintoma é da doença propriamente ou se é o medicamento que está interferindo em algo a mais!

Assim, é de suma importância uma boa relação com o médico especialista, para que se possa adequar o tratamento à medida que a doença progride, a fim de garantir um tratamento específico e eficaz para cada paciente.